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quinta-feira, novembro 15, 2007

Mais um pacote de Yeda que não emplacou - vitória histórica no RS

Do PTSul:

Assembléia derrota tarifaço do governo tucano pela segunda vez

Com vantagem maior do que a esperada e num ambiente tenso dentro e fora do plenário, a Assembléia Legislativa derrotou, na tarde desta quarta-feira (14), o projeto de aumento de impostos apresentado pelo Executivo. A rejeição foi assegurada pelos votos do bloco de oposição - PT, PDT, PSB, PC do B – que conseguiu agregar os três deputados do DEM e outros 11 parlamentares da base governista. O placar de votação fechou com 34 contrários e nenhum favorável, soterrando pela segunda vez a tentativa do governo Yeda de aumentar impostos. A primeira foi há 10 meses, quando o ex-governador Germano Rigotto enviou, a pedido da governadora eleita, projeto reeditando o tarifaço na energia elétrica, combustíveis e serviços telefônicos e aumentando o ICMS de outros produtos. “Foi uma tarde histórica, marcada pela postura corajosa de parlamentares que votaram com coerência e souberam resistir com dignidade a constrangimentos praticados dentro do próprio plenário”, comemorou o líder da bancada do PT na Assembléia Legislativa, Raul Pont. Continua aqui.

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terça-feira, agosto 14, 2007

Alerta contra a concentração de poder na mídia brasileira

Do Vermelho, por Gilberto de Souza*:

Alerta contra a concentração de poder na mídia brasileira

Leio com pesar a declaração publicada na página eletrônica da Agência Carta Maior por seu diretor-presidente, Joaquim Ernesto Palhares, e o editor-chefe, Flávio Wolf Aguiar. Trata-se de um depoimento sincero acerca do maior risco à liberdade dos brasileiros e ao que parece ser o inexorável controle da mídia nacional por um número cada vez mais reduzido de empresários ligados à direita e aos interesses internacionais, estruturados para corromper a independência dos meios de comunicação.

O enfraquecimento da Agência Carta Maior e a inércia de setores inteiros da produção intelectual, entre eles o de jornalismo, impresso e audiovisual, traduzem a perigosa concentração das notícias e informações no conjunto dominado pelas empresas dos conglomerados formados pelas editoras Abril, Folha da Manhã, Globo e Grupo Estado.


Apenas estas quatro empresas e suas sucursais controlam mais de 80% da mídia nacional, de acordo com avaliação de auditores independentes, consultados pelo Correio do Brasil. O controle da comunicação de massa é, na realidade, a maior manobra política da direita em curso desde o golpe de Estado de 1964.


Reduzir a participação das forças conservadoras no controle político do país é, hoje, o maior desafio enfrentado por aqueles brasileiros que, por duas legislaturas consecutivas, elegeram um representante das classes trabalhadoras para a Presidência da República. Nas urnas, dissemos um sonoro "Não!" ao neoliberalismo e ao desmanche progressivo e criminoso do Estado. A força do capitalismo internacional, porém, não perdoou a autodeterminação brasileira e age em constante e crescente desafio às leis em vigor, contra os interesses mais legítimos desta nação. Com a Veja no pelotão de frente deste assalto aos planos de uma sociedade mais justa e agindo no completo interesse dos grupos econômicos mais poderosos em atividade no país, a Folha de S. Paulo, a TV Globo, O Globo e O Estado de S. Paulo completam a força tática em operação para deter o avanço do socialismo no Brasil. Cabe a estes, deliberadamente, levantar uma muralha de informação e contra-informação - não necessariamente nessa ordem - para iludir, distrair e falsear a opinião pública.


Tais afirmações seriam levianas caso não fosse possível confirmá-las. Basta, no entanto, cinco minutos de leitura a qualquer um desses periódicos ou uma simples análise do conteúdo divulgado pela TV Globo e suas afiliadas, em todo o território nacional, para perceber a que senhor eles servem. E não será ao resultado das urnas, com certeza. Muito menos à proteção dos ideais mais legítimos de liberdade e justiça. Percebe-se, claramente, que a linha editorial daqueles meios de comunicação visa combater toda e qualquer ação mais próxima do socialismo ou da contestação aos preceitos de Washington, de Wall Street e da City. O poder do dinheiro, claro, alicia parte dos jornalistas brasileiros e estes passam a servir com lealdade às empresas em linha com as matrizes. Esta sinergia produz a concentração de quase todo o poder da mídia e o controle absoluto das verbas publicitárias tanto do setor privado quanto do estatal.


Blindado pela fórmula que reúne a força trabalhadora com empregos estáveis, remunerados com o resultado do controle da publicidade, o sistema atende aos interesses internacionais e avança contra a soberania brasileira. Vê-se, claramente neste movimento, a tentativa de inteiro controle do setor.


O plano seria perfeito, se não fosse arrogante.


O ataque às liberdades democráticas, disfarçado na pele de cordeiro da liberdade de imprensa, está cada vez mais acintoso na preparação do ardil que antecede a mais uma eleição, prevista para o ano que vem. De posse de verdadeiras e consideráveis fortunas, dispostos a investir cada centavo na preservação de um quinhão cada vez maior de poder, os barões da mídia mobilizam-se para desarticular os canais de voz da resistência. E o que é o pior, com o apoio do governo contra o qual eles combatem. A este só resta chamar de burro ou de mal intencionado, pois é inadmissível alimentar tão voraz inimigo de si mesmo. A não ser que se trate de uma reação auto-imune, na qual o organismo encarrega-se da própria destruição.


Por pouco não crucificam o presidente Hugo Chávez, por tomar uma medida decisiva contra o braço venezuelano do capitalismo internacional. Não fazia mesmo sentido que o Estado continuasse a permissionar - para ganhar rios de dinheiro - um inimigo declarado da democracia e da vontade daquela nação, a exemplo do que hoje acontece aqui no Brasil. Funcione, pois, para quem se dispuser a pagar pela assinatura daquelas baboseiras. E não são muitos, como se constata pela audiência do canal defenestrado da grade pública, após sua migração para o sinal privado.


Ainda que o espírito mineiro de brasilidade, sempre conciliador e bom de conversa, pondere para que não se adotem aqui em nossas plagas medidas drásticas como vemos por aí, mundo afora, é uma impudência permitir que continuem a nadar de braçada os detratores dos interesses nacionais, no mar de iniqüidade que assola o país, ao passo que segmentos éticos e determinados a respeitar a vontade da maioria absoluta do eleitorado brasileiro sejam vitimados pela força bruta da concentração de poder. O que está ocorrendo com Carta Maior é o que já aconteceu ao longo das últimas décadas com centenas de iniciativas de jornalistas sérios, que viram podadas quaisquer chances de exercer, na sua plenitude, a verdadeira liberdade de imprensa, esta sim, dedicada a combater as injustiças, promover o bem comum e a dignidade dos cidadãos.


Do jeito que vão as coisas, somente será possível sobreviver nesse campo de batalha aqueles que adotarem uma estratégia de guerrilha e, na Sierra Maestra da midia nacional, resistirem às forças brutais do mercado.


É espantoso, no entanto, até agora não existir qualquer iniciativa por parte destes veículos que lutam pelo bom jornalismo para se unir, nesse momento de pleno confronto, contra o inimigo comum. Ao contrário das quatro irmãs xifópagas que crescem viçosas, agarradas às tetas do capital transnacional, minguam as iniciativas brasileiras por falta de um foro adequado para se debater e implementar a democratização da informação e o respeito à diversidade de pensamento. Separados, seremos todos alvos fáceis na mira do Tio Sam, enquanto que juntas, estas iniciativas terão melhor sorte nessa guerra sem quartel, travada no dia-a-dia das redações.

Conclamo aos jornalistas de bem que se rebelem, ainda que em segredo, contra a dominação que se avizinha. Chamo a todos aqueles empresários conscientes e, acima de tudo, cientes de seus deveres para com a sociedade brasileira, para se unir em torno de medidas urgentes contra o cartel da midia e seus tentáculos junto à opinião pública.


Ainda que pregue no deserto, creio que o Correio do Brasil se fará ouvir por aqueles que ainda têm sensibilidade suficiente para se indignar e lutar, ao invés de entregar, de mão beijada ao estrangeiro, a consciência nacional e a alma desse país.


* Editor-chefe do Correio do Brasil.

via RS Urgente

terça-feira, maio 29, 2007

Preparem seus passaportes!









A partir de agora os gaúchos que viajarem ao Brasil já poderão contar com uma
Embaixada Gaúcha em Brasília... Não entendeu nada?? Então dá uma olhada na mais nova piada do "governo" Yeda Aracrusius, publicada pelo RS Urgente:

Atenção, povo gaúcho! Hoje é um dia de glória e júbilo para o Rio Grande velho de guerra. Os sonhos de Bento Gonçalves se realizaram. Finalmente será aberta a nossa embaixada em Brasília. Não tem pra ninguém. É o único Estado a ter uma embaixada em Brasília. Partiu da própria governadora Yeda Crusius (PSDB) a idéia de chamar de embaixada o escritório de representação do RS em Brasília. O prédio já serviu como embaixada da França e do Canadá e agora atinge o ápice de sua existência ao sediar a embaixada do Rio Grande do Sul. Yeda Crusius abrirá oficialmente a embaixada com uma solenidade oficial regada a vinhos da Serra e doces de Pelotas. A governadora providenciou uma placa especial para a ocasião, onde aparece, orgulhoso, o letreiro em bronze: Embaixada do Rio Grande em Brasília. O novo embaixador em solo brasileiro, Marcelo Cavalcante, esclarece sua missão: representar os interesses do Estado junto ao governo federal e até no contato com outros países. Agora vai...Kayser já sugeriu um novo brasão oficial para o RS, inspirado na Inconfidência Mineira e na pantalha, a indumentária típica dos gaúchos e gaúchas, segundo a nova leitura da governadora Yeda Crusius.

A jornalista Ana Amélia Lemos comentou, preocupada, na manhã desta terça-feira, na rádio Gaúcha: espero que isso (a embaixada) não contribua para alimentar as piadas sobre o nosso bairrismo. Imagina, Ana Amélia, quem é que iria pensar uma barbaridade dessas..

domingo, maio 06, 2007

O Baile


















Baile en Tehauntepec, por Diego Rivera


Breve cântico para o Baile no Palhácio Piratini


Se no nosso baile tocasse tango
e não música de elevador, nosso povo já não
seria tão refém dos canalhas do P-RBS,
estaria é fazendo panelaço nas ruas,
seria consciente de sua cidadania, e do
significado do Estado e seu papel
neste processo que é
a democracia representativa.

Teríamos pressão popular de verdade, e sem dúvida,
dona Yeda, a patética,
já não estaria mais aí ou, no mínimo, estaria
com um belo e ruidoso processo de impeachment
nas costas.

Já nem penso em estelionato eleitoral,
seria sim por descaso com o povo gaúcho, por desrespeito
à história deste Estado,
por excesso de vaidade
e de palhaçada.
Ou ainda, por completa desqualificação ao cargo mesmo.
Enfim, motivos para tanto, ou melhor, piadas, já nos sobram.


Aos desavisados, vou avisando que o textinho aí é um desabafo e refere-se à maior piada do des-governo Yeda do momento (sim, porque são muitas) - a proposta de política cultural da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, e que visa (pasmem!) o resgate dos valores da família(!) e, para tanto, consiste basicamente na realização de uma série de bailes de debutantes e ainda um grande baile nacional de debutantes do qual o RS seria sede.

O projeto foi apresentado por um tal de Azul Marinho, com o apoio de Mônica Leal (secretária de Cultura do RS), em pleno
Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes da Cultura, realizado em Bento Gonçalves, entre 26 e 28 de abril.

A notícia veio via Diário Gauche e RS Urgente.

Abaixo, algmas das excelentes repercussões da notícia, digo, piada, na blogosfera:


Comentários à política cultural do governo Yeda - do Animot

Secretária de Cultura quer baile nacional para seu debut cultural - do blog do Jean Scharlau

Humor a.Y., humor d.Y. - do Animot

Eu calipto e tu, debutas! - do blog Alívio Refrescante


Perguntinha que não quer calar:
- dadas as reverberações do infame baile, será que Mônica Leal será a próxima fritura da bela e temperamental Yeda? veremos.

terça-feira, abril 10, 2007

100 dias de Yeda no Piratini - revisto e ampliado

As razões da oposição

"Em 100 dias, Yeda Crusius já explicitou seu projeto. Suas opções políticas e administrativas revelam um governo autoritário, insensível às necessidades do povo gaúcho e descompromissado com o fortalecimento dos serviços públicos. Estrategicamente, tenta ampliar a realidade da crise financeira do Estado com vistas a enfraquecê-lo e retomar a agenda do ajuste fiscal às custas dos pobres e do funcionalismo. A idéia de que a crise é insuportável se revela uma falácia se analisarmos com isenção as contas públicas. Desde 2001, a média do superávit primário do primeiro bimestre chega a R$ 298,9 milhões. Em 2007, esse valor chegou a R$ 297,5 milhões, o que demonstra que a situação financeira não é tão grave como o governo tenta fazer supor."

Acima está o parágrafo inicial do documento apresentado ontem, dia 9, pela bancada do PT na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O documento traz uma avaliação dos cem primeiros dias da atual administração do Piratini, definindo-o antes de mais nada por sua distância do povo...

Para ler o documento na íntegra, em PDF, clica aqui.

Atualizando...

Só pra acrescentar aqui o link para a análise do Marco Aurélio Weissheimer sobre o mesmo tema, publicada pela Agência Carta Maior.


via RS Urgente e PTSul.

segunda-feira, abril 02, 2007

Nota sobre a "sensação de segurança" fabricada pela RBS

Só para relatar mais um exemplo do quanto é ridículo, para não dizer mentiroso, o in-famoso "crescimento da sensação de segurança" no Rio Grande do Sul sob o novo jeito de governar, tão alardeado pelos veículos do Partido RBS.

Em Pelotas, existe um caixa eletrônico do Banrisul aberto ao público funcionando dentro do quartel da Brigada Militar. Antigamente ele funcionava 24 horas, mas de uns tempos para cá funciona só até as 22 horas. Um dia conversei com o soldado que fazia a guarda no portão, ele me disse que era por questões de segurança. Isso me deu uma sensação de segurança tão intensa que mal pude disfarçar o riso.

Mais sobre a sensação de INsegurança - RS Urgente.

sábado, março 31, 2007

Manifestoon - Legendado em Português

Via RS Urgente e portal Vermelho

O video acima é o curta de animação Manifestoon. Lançado em 1996 pelo cineasta independente Jesse Drew, o filme é uma espécie de colagem de desenhos animados e sintetiza, mais do que didaticamente, as principais idéias do Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels, escrito entre dezembro 1847 e janeiro 1848, primeiramente publicado em Londres, entre fevereiro e março deste último ano.

Apesar da resolução não ser das melhores, o filme está aí, disponível no YouTube e com legenda em português!

Vale a pena ler também a matéria do Vermelho sobre o filme.

quarta-feira, março 21, 2007

O RS URGENTE (NÂO!) PODE PARAR

O blog RS URGENTE, do Marco Weissheimer está perigando fechar as portas, ou melhor, os links! E isto é devido às dificuldades financeiras que ameaçam a Agência Carta Maior - dificuldades estas compartilhadas por publicações como a Caros Amigos e a Carta Capital.

Conheci o RS URGENTE apenas durante a campanha, no final do ano passado. Mas, desde então, tornou-se minha principal leitura diária e fonte de informação sobre os assuntos aqui do Estado, uma vez que não tenho estômago pra ler os jornais e praticamente não assisto TV.

Ou seja, já me é estranho demais, e certamente o é para muitos mais que eu, imaginar o dia-a-dia sem os textos do Marco Weissheimer - informativos, arejados, concisos, bem-escritos e coerentemente comprometidos com uma visão de mundo.


Uma das alternativas é conseguir patrocínio para o blog. Mas toda ajuda e outras sugestões são bem-vindas. Vai lá no RS URGENTE, deixa nos comentários ou envia por e-mail.

Esta é, definitivamente, uma boa causa pela qual lutar.

domingo, março 11, 2007

O RS clama por sofisticação e, pasmem, iconoclastia!








Mais uma piada (bem que poderia ser) do novo jeito - fascista, pedante e vazio - de governar. O texto é do Marco Weissheimer, do RS Urgente.


FERNANDO SCHÜLER, O ICONOCLASTA

O secretário estadual de Trabalho, Cidadania e Assistência Social (também anunciado como secretário da Justiça, uma pasta que, na verdade, ainda não existe), Fernando Schüller, está engajado numa cruzada pela “sofisticação do debate público no Rio Grande do Sul”. Uma das primeiras medidas nesta direção é a realização do seminário “Fronteiras do Pensamento”, ciclo de palestras que será realizado ao longo do ano a um preço de R$ 450,00 por pessoa. Segundo Schüller, trata-se de um “curso de altos estudos”. Sofisticado, certamente. Chinelagem não entra. Em entrevista ao Caderno de Cultura do jornal Zero Hora, neste sábado, Schüller fala um pouco mais de seus planos para sofisticar o ambiente cultural gaúcho. Em suas andanças pelas ruas da pólis, ele descobriu que “Porto Alegre é uma cidade cansada de todos os conservadorismos e proselitismo ideológicos”. Isso não pode continuar assim, disse para si mesmo. “Ela (a cidade) busca um conhecimento iconoclasta, aberto e de profundidade”, emendou.

Iconoclastia e sofisticação já! É a palavra de ordem que mais se ouve na capital gaúcha. As pessoas nem se incomodam mais com o lixo espalhado pelas ruas, com o mato tomando conta de praças e parques, e com o aumento no número de moradores de rua. Se elas vierem (a iconoclastia e a sofisticação), terá valido o preço, comenta-se nas ruas. Nos anos 90, filosofa Schüller, “tivemos uma cidade que subordinou o debate intelectual ao proselitismo e aos conflitos ideológicos”. Ele quer acabar com isso, com sofisticação e iconoclastia. Nesta tarefa, espera contar com a ajuda da secretária estadual de Cultura, Mônica Leal, que, logo ao tomar posse, garantiu que pode aprender qualquer coisa. Neste momento, entre outros desafios, está engajada na dura tarefa de tentar entender as idéias sofisticadas de Schüller.

Outra originalidade da proposta do secretário é que atividades como o seminário “Fronteiras do Pensamento” não se preocuparão em “transmitir idéias” (a secretária Leal gostou particularmente dessa parte). Schüller gosta de esgrimir palavras, mesmo que o resultado final seja vazio de significado. O importante é soar bem. Diz ele: “O RS se acostumou com eventos pretendendo transmitir idéias. Não tenho nada contra eles, mas este não é um evento missionário. É agressivamente pluralista, mas sem fazer concessões à qualidade”. É isso aí, gente. Sofistiquem-se ou pereçam.